terça-feira, 29 de outubro de 2013

ENSINO | Equipe Amarela - Os Minions: balanço final da II Gincana da Escola Gregória de Mendonça

Há balanço positivo em gincana quando se perde? Sim.

O balanço positivo é que ajudei em várias provas, com destaque para a elaboração da paródia sobre meio ambiente com a música MARAVIDA (da abertura da novela), incluindo uma interpretação ao vivo, bem como a criação do hino da equipe.

O convívio com as professoras Priscila, Eliége e Rosane Peres, assim como com as funcionárias Margareth e Marli foi ótimo também. Sem falar na doação e$pontânea aos gastos da equipe. Tudo isso típico de professores que se importam com sua escola.

Grato aos poucos alunos que se empenharam ao máximo, inclusive pagando altos micos em provas recreativas e no festival de valores.

Grato às pessoas de fora da escola que contribuíram de suas formas.

Fiquei feliz com a homenagem que prestei à professora Gerusa. Ela ficou muito contente. Cada equipe deveria homenagear uma docente de outra equipe. E a Amarela ficou responsável pela homenagem à Vermelha.

 De qualquer maneira, essa foi minha última gincana. Sempre fica um "tantinho" de frustração, e é isso que me fará resistir a participar de outras. Espero que, ano que vem, professores coordenem mais seus alunos para realizar suas provas, ao invés de fazerem por eles. Espero, também, que a competição interna não gere tantas brigas como nesse ano, pois esse não é o espírito de uma gincana.

Goodbye, Gregória's games! I'll never be part of this anymore!

domingo, 27 de outubro de 2013

ABOUT ME | Jornada acadêmica tripla

Muitos dizem que sou louco; outros, que não darei conta do recado. Na verdade, todos têm um pouco de razão. Do que falo?

Atualmente, estou com jornada acadêmica tripla. Já estava fazendo a especialização Educação para a Diversidade (UFRGS). Recentemente, prestei vestibular para Letras – Português/Espanhol (FURG), obtendo primeira colocação (diga-se de passagem). Não satisfeito, entrei na seleção para outra pós-graduação, Educação Ambiental (FURG), tendo ficado em segundo lugar (diga-se de passagem, também, não querendo “me achar”, já “me achando”).

Mas por que tantos cursos? A resposta é simples: gosto muito de estudar. Se pudesse não trabalhar, apenas estudaria. Há coisa melhor do que construir conhecimento? Ademais, como desperdiçar cursos gratuitos em sua própria cidade que, hoje, é polo universitário? Não consigo olhar o site do polo, ver uma graduação ou pós interessante e não me inscrever. Parece um vício.

Darei conta do recado? Já escrevi sobre isso em outro texto, porém preciso confessar: fico indeciso agora. O fato é que, se me forem aproveitadas as várias disciplinas feitas em minha primeira graduação, Letras – Português/Inglês na UNISINOS, seguirei adiante com a segunda graduação. Caso elas não sejam aproveitadas, pularei fora de Letras – Português/Espanhol.

De qualquer forma, fica aqui a dica: estude (ainda mais sendo “de grátis”).

terça-feira, 22 de outubro de 2013

ENSINO | O que penso sobre gincanas

Gincanas até podem ter seu lado recreativo e cultural. Mesmo assim, não gosto delas. Isso porque elas estimulam a competição entre os alunos, e penso ser ruim isso.

Muitos me dizem: “Mas, depois da escola, eles estarão em competições como vestibulares, Enem, concursos públicos”. Ocorre que, daí, é diferente. Não se trata de uma competição interna. Ou como vocês acham que as equipes não vencedoras se sentem? Felizes por terem participado? Isso é utopia, a maioria dos alunos não entra numa disputa para perder. Então, quando a derrota acontece, o desolamento é total, sem falar no afastamento de colegas, devido ao resultado da competição.

Estou participando da II Gincana da Escola Gregória de Mendonça. Sou regente de turma. Portanto, ajudo a 201, que faz parte da Equipe Amarela. Todavia confesso que, se pudesse, não estaria participando. Não gosto de ver alunos competindo entre si, dentro de sua própria escola. Depois disso, a convivência nunca é mais a mesma.

O estranho é que vejo professores tão competitivos, os quais só vivem gincana por dias e dias, é como se fosse questão de honra ganhar. Aí, o que era para ser resolvido, buscado pelos alunos acaba sendo feito pelos docentes. Não curto isso.

Enfim, vamos ver o resultado desta. Uma coisa é certa: ano que vem, não estarei em nenhuma equipe, estarei na comissão organizadora. Aí, professores e alunos terão de “se puxar ao máximo” para conseguir pontos. Como terão...

sábado, 12 de outubro de 2013

FUTILIDADES | If I could turn back time

Sempre gostei de Cher e sempre gostei de versões. E não é que um coral fez uma versão linda de “If I could turn back time”? A música é um dos clássicos da cantora, tendo sido lançada em 1989. Abaixo, estão os dois links: versão original e a do coral. Aproveite!
Link da versão original:

Link da versão do coral:

sábado, 5 de outubro de 2013

ABOUT ME | No mês das crianças, lembranças...



No mês das crianças (outubro), não há como entrar no clima infantil. Por isso, resolvi fazer esta postagem, levando em conta três aspectos que me remetem ao lado infantil.

O primeiro – e, talvez, mais importante – é a existência de minha afilhada Mellina, a qual nasceu há dois anos, exatamente no dia de meu aniversário (20 de agosto). Lembro que, quando sua mãe, minha amiga desde a infância (Milena), contou sobre o dia, fiquei super feliz. Disse ela que foi ao médico e perguntou sobre as datas para o parto. A primeira dita por ele foi 20 de agosto. Ela não hesitou e escolheu-a.

Outro aspecto que me remete à infância é, obviamente, nossa aparência inocente, quando a vida significava brincar, estudar e ter poucas responsabilidades, tais como pagar contas para a mãe, visitar a família com os pais, fazer os temas da escola etc. Então, separei uma foto de quando eu ainda tinha inocência e, quase, uma pele de bebê...

Por fim, não posso deixar de mencionar o que fez minha alegria por anos. Todo adulto, hoje, tem alguma lembrança muito especial de algum desenho, algum brinquedo de sua infância. Assim, separei uma foto feita recentemente, a qual mostra minha coleção de bonecos dos Cavaleiros do Zodíaco, milagrosamente conservados até os dias atuais. Como eram bons aqueles finais de tarde em frente à programação da extinta Rede Manchete.

A infância é ótima. Pena que passa rápido. Ainda bem que ficam as lembranças.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

GERAL | Jovem patrulhense partcipará de seriado da Rede Globo



Gente, o Bruno Barcelos (na foto, na frente) está deixando Santo Antônio da Patrulha. Mas é por uma ótima causa: ele foi selecionado para participar do seriado global “Doce de Mãe”. Contracenará, nada mais, nada menos, com Fernanda Montenegro. Fará o papel de seu neto. O programa estréia no próximo abril.

Como forma de se despedir, Bruno realiza uma última apresentação teatral neste sábado (5). É o espetáculo “Rizoma conta Zumbi”, que tem início às 21h, no Qorpo Santo. O ingresso custa R$ 5,00. Vai perder?

Altos vôos para você, meu ex-aluno! O pessoal da Escola Gregória de Mendonça está muito feliz.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ENSINO | Nomeados X contratados

Há poucos dias, o governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria de Educação, abriu inscrições para novas contratações na área. São vagas para merendeiros, monitores, secretários e professores. Atenção: não se trata de concurso, mas sim de contratação.

Aí, vem a pergunta: os aprovados no último concurso do magistério não serão chamados? Pois é, de que adiantou fazerem tal concurso para que, agora, novamente, tenham contratados em seus lugares?

A explicação é simples, gente. O professor contratado, ao se aposentar ou ter algum tipo de licença, faz isso pela união (INSS), não pelo estado (RS). O professor contratado também não realiza mobilizações, tais como greves. Em síntese, o nomeado dá muito mais despesas aos cofres gaúchos do que o contratado.

Sendo assim, quem ainda sonha com a nomeação precisará esperar um pouco (muito) mais.

domingo, 15 de setembro de 2013

ABOUT ME | Memórias de um ônibus de faculdade

Na sexta-feira, 13, eu e duas ex-alunas da Unisinos nos reunimos para confraternizar, isso depois de anos de inércia. Eu, que saí da Unisinos formado em Letras – Português/Inglês, Marcélie Barcelos, egressa de Direito, e Daiane Krech, graduada em Administração.

E o que esses três cursos têm em comum? Mil e uma (ou mais) histórias a contar. E foi o que ocorreu. Foi uma sessão nostálgica, regada com lembranças das mais diversas possíveis. Mesmo com a desgraça das duas horas e meia de ida e vinda por uma RS-118 abandonada por Deus e por governos, várias situações dessa viagem ainda rendem muito pano para a manga. Mesmo que, depois da primeira graduação, já estejamos em/ou terminado outra, incluindo pós-graduações, o primeiro curso superior é sempre o mais significativo em termos de memórias.

Umas das principais lembranças foram as ligações para a Rádio 104 para o programa “Peça sua música sua cantando”. Eu era a vítima, o qual ligava, ficava aguardando entrar ao vivo e pagava o maior mico cantarolando. O ônibus se mijava rindo. De fato, era hilário. Quando perguntado de qual lugar eu era, dizia os piores possíveis.

Outra lembrança eram as comilanças em um dos restaurantes da Unisinos, sendo que, para isso, precisávamos matar aula. Coisa feia...

O fato é que o tempo passou, mas as memórias permanecem. E o mais importante: as coisas boas prevalecem sobre as ruins, como o ar condicionado pifado do ônibus em dias de verão, sendo que as janelas não abriam, ou como os estudantes sem noção que, mesmo depois de batido o horário para a partida do ônibus, ainda estavam na universidade fazendo sabe lá Deus o quê.

A amizade perdura, e assim será por longa data. Em outra reunião, com certeza, virão mais lembranças, mais causos. Portanto, em outros textos, voltarei ao assunto.

sábado, 7 de setembro de 2013

GERAL | (In)Dependência brasileira


Já parou para pensar na real independência do nosso querido Brasil? Não? Então, aqui vão alguns motivos:

- Aumento do dólar;
- Piso nacional do magistério não cumprido;
- Corrupção na política;
- Homofobia;
- Dívida externa crescendo;
- Escolas fora do padrão FIFA;
- Médicos esnobes não querendo trabalhar no SUS;
- Voto obrigatório;
- Mensaleiros ainda soltos;
- Número infindável de deputados com salários infindáveis;
- Inexistência de um plano nacional de educação;
- E por aí vai...

Feliz 7 de Setembro!

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

ABOUT ME | Tudo de novo. Será?


Recentemente, prestei vestibular para Letras – Português/Espanhol na Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Para minha surpresa, fiquei em primeiro lugar, o que é motivo de felicidade. Porém, daí, vem a pergunta: terei pique para mais quatro anos de uma graduação?

Meu primeiro curso superior foi Letras – Português/Inglês na UNISINOS, o qual concluí em 2009. Anos de estudo, de gastos, de andanças de ônibus. Claro, agora, a situação é diferente, pois a nova graduação é gratuita e é aqui em Santo Antônio da Patrulha. Mesmo assim, há todas as exigências de um curso superior (que são muitas por sinal).

Um ano após ter saído da UNISINOS, iniciei minha primeira pós-graduação, Educação em Direitos Humanos (FURG), a qual foi encerrada em 2011. No final de 2012, iniciei a segunda pós, Educação para a Diversidade, que se estende até metade de 2014. Ou seja, além de ter compromisso com essa pós, terei uma nova graduação pela frente.

Mas, e daí? Por que estou tentando achar problemas nisso tudo? Para quem gosta de estudar, bancos acadêmicos nunca são demais, sempre se dá um jeito, sempre se consegue. Escuto alunos (amparados por seus pais) dizendo que não passarão do ensino médio, o que me deixa profundamente frustrado. Ver a falta de ambição intelectual deles dói em mim. Por isso, sempre estou a influenciá-los para que mudem de opinião.

Desta forma, a resposta para o título deste texto é “sim”. Tomara que isso sirva de exemplo a outrem. Nunca é tarde, nunca é demais, nunca é inútil.